Sobre um certo professor

Um blog que pretende fazer um pouco de apologia da obra de Dr. Plinio precisa apresentar também os principais opositores. Dentre esses, um que não foi o primeiro, e nem será o último, mas provavelmente é o mais conhecido e barulhento, pelo dinamismo e ‘amor’ exacerbado: o finado Orlando Fedeli.

Fedeli foi membro da TFP, por longos anos, até que, por volta de 1980, rompeu com Dr. Plinio.

Depois da ruptura, ele deu asas a um perpétuo ressentimento, tanto contra Dr. Plinio quanto contra João Scognamiglio Clá Dias – aquele que, anos depois, seria o fundador dos Arautos do Evangelho. Nesse último caso, a ‘birra’ especial de Fedeli talvez encontre seu fundamento no curioso detalhe de que foi Orlando Fedeli quem aproximou o jovem João de Dr. Plinio. E enquanto a figura do jovem João cresceu em renome e prestígio na instituição, a pessoa daquele que fora seu professor foi aos poucos sendo evitada por todos.

Em diversos trechos de seus escritos, Fedeli disse ter sido propositalmente submetido a um isolamento, a um ‘gelo’ naquela instituição, e que isso era algo ‘determinado’ pelas lideranças. Disse ter sido um incompreendido. Mas, na obra escrita pela TFP em 1984, o histórico desse ‘gelo’ parece ter outra origem, que não as lideranças [1]:

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Talvez turbinado por essa condição desfavorável, esse ressentimento se prolongou após sua saída da TFP, e transformou-se em doutrina. Fedeli escreveu muito, falou bastante, sempre contra supostas teorias e práticas ‘não ortodoxas’ que ele teria detectado no Grupo de Dr. Plinio.

Diversos foram os esclarecimentos e refutações às suas celeumas, porém ele nunca se deu ao trabalho de respondê-las – toda vez que se deparava com uma réplica, sua atitude era apenas despejar uma nova quantidade de acusações sem fundamento, algumas novas e outras repetitivas (mais ou menos como a metáfora do pombo e do tabuleiro de xadrez, criada em alusão a petistas).

Uma das principais obras feitas para detonar as acusações de Fedeli – dentre as quais, aquela sobre o culto que seria prestado a Dr. Plinio e sua mãe Lucilia – é datada do já longínquo 1984, e possui dois volumes, com centenas de páginas: Refutação da TFP a uma investida frustra, estudo de Átila Sinke Guimarães e outros. Alguns trechos seguem de amostra:

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O conteúdo dessas respostas foi submetido a um teólogo dominicano mundialmente famoso – o Pe. Victorino Rodríguez y Rodríguez, OP, autor de mais de 200 estudos de teologia, professor da Universidade de Salamanca e prior do Mosteiro de Santo Domingo el Real, em Madri. Um currículo para lá de respeitável. Depois da leitura e análise da refutação, e também das cartas-acusações do Sr. Fedeli, o Pe. Victorino escreveu:

A resposta, a meu ver, atinge plenamente o seu objetivo: responde de modo adequado às pretensas acusações, com argumentação cristalina e eficaz, a partir de pressupostos teológico-canônicos bem assumidos e da reconstrução de circunstâncias subjetivas e objetivas que serviram de pretexto às denúncias.

Não encontrei nenhum erro teológico, moral ou canônico, ou de qualquer outro ponto de vista concernente.[2]

Posteriormente, Fedeli disse que as três cartas de contestação que escreveu a Dr. Plinio teriam sido ‘adulteradas’ por Átila Sinke (o autor da refutação). Mas o curioso é que Fedeli nunca mostrou em quais trechos elas teriam sido adulteradas. Teria sido isso uma tentativa de atribuir ao oponente a mesma tática de adulteração que ele Fedeli fazia com os escritos dos outros? Não sabemos.

O fato é que, na época, Fedeli ignorou as refutações, e insistiu em requentar os mesmos assuntos, em um ou outro meio de comunicação.

Diante desse comportamento excêntrico, em 28 de agosto de 1984, Dr. Plinio publicou um artigo na Folha de São Paulo, intitulado “Voltando as costas a uma controvérsia-realejo[3]. Nele, após expor brevemente as razões doutrinárias contidas na refutação da TFP, Dr. Plinio afirmou:

No comunicado de seu Serviço de Imprensa, esta entidade o emprazava [Fedeli] entretanto a abordar os temas essenciais, aceitando “taxativamente a réplica da TFP”, ou retrucando a esta “no nível de seriedade e elevação que merece”. Obtém o Sr. Orlando Fedeli então da Folha espaço para uma longuíssima carta na seção dos leitores, discorre caudalosamente em tal espaço sobre toda sorte de coisas, e responde ao desafio da TFP dizendo, pura e simplesmente, e sem argumentação doutrinária, que mantém suas posições.

E nisto se mostra sua sem-cerimônia. Ele parece imaginar que simplesmente assim escapa da dura contingência de apresentar argumentos. Ora, segundo toda evidência, em uma controvérsia, a manutenção de posições não se faz por uma mera repetição do enunciado da tese controvertida. O realejo não substitui a lógica. É preciso opor argumento a argumento e, conforme o caso, citação a citação. Foi precisamente do que o sr. Orlando Fedeli se esquivou.

A essa altura dos fatos, a controvérsia fica carecendo notoriamente das condições de seriedade, profundidade e dignidade que estou no direito de exigir. Dela a TFP e eu nos desinteressamos. […]

E só consentirei em voltar ao assunto no dia em que tenha diante dos olhos uma refutação argumentada com seriedade e riqueza de substância proporcionadas com a altura dos teólogos, moralistas e canonistas célebres em que o livro da TFP se baseia.[4]

Até onde sabemos, essa foi a última vez que Dr Plinio gastou tempo para rebater Orlando Fedeli. Por tabela, seus discípulos fizeram o mesmo, passando a ignorar o ‘professor do Cambuci’.

Ao que parece, depois dessa fase, os escritos de Fedeli nunca chegaram a ser levados muito a sério na sociedade e nos meios eclesiásticos, e, por mais de duas décadas, e ainda que continuasse falando, ele não mais incomodou Dr. Plinio, nem seus discípulos.

Porém, talvez para não perder o costume, nesse ‘meio tempo’ ele se dedicou a infernizar outras pessoas.

Uma delas foi Dom Henrique Soares da Costa, atual bispo de Palmares (PE), que, num conjunto de vários textos, afirmou, por exemplo, que Fedeli adotava uma visão paranoica, vendo conspiração em toda a parte‘, que era ‘injusto e desleal’ nos debates, e levantou a hipótese de que talvez padecesse de ‘doença intelectual’.

Em outra ocasião, Dom João Wilk, bispo diocesano de Anápolis, afirmou que Fedeli escrevia de forma “caluniosa e difamatória“, e seguia a regra de alguém já famoso: minta, minta, sempre fica alguma coisa. Segundo o bispo, Fedeli se utilizava de “interpretações pessoais forçadas e tendenciosas.

Outro que se deparou com as desleais artimanhas ‘fedelísticas’ foi Olavo de Carvalho – o qual, até onde sabemos, nunca teve amizade com os Arautos, e por isso pode ter sua opinião reproduzida de forma insuspeita. O fato é que Olavo também foi alvo da ‘inquisição fedelística’… Na ocasião (por volta de 2001), Olavo constatou que “abusando das fontes científicas que cita, abusando da Fé Católica em cujo nome acusa e condena, o Sr. Fedeli não faz senão impingir a seus discípulos um catolicismo de sua própria invenção”.[5] Disse que “a compactação de sentidos contraditórios num discurso formalmente lógico é, malgrado sua loucura intrínseca, um instrumento verbal de grande força persuasiva, precisamente por causa do estado de espírito paradoxal em que [Fedeli] deixa seu leitor”, e que o abismo entre o conteúdo das afirmações e a situação de discurso mostra-nos que ele [Fedeli] não tem nenhum domínio do que faz, que ele é antes uma vítima de sua confusão interior do que um produtor deliberado de confusão na mente alheia”. E acrescentou, também:

Foi só aos poucos que me dei conta da extensão da sua patologia, chegando por fim à conclusão de que continuar debatendo com ele seria fazer-me de palhaço.

Essa loucura não transparece na maioria dos escritos do Sr. Fedeli, pela simples razão de que são simples resumos ou adaptações de textos tradicionais da Igreja, onde pouco espaço haveria para alguma efusão pessoal reveladora. De modo geral, é compreensível que um homem de mente perturbada oculte sua patologia por trás do apego a uma doutrina sólida, fixa e facilmente repetível, cuja racionalidade intrínseca, usada como muleta, o dispense de qualquer esforço intelectual mais comprometedor.[6]

Olavo encerrou sua polêmica dizendo que Fedeli era “um aproveitador da boa-fé de seus discípulos e, em toda a linha, uma mentalidade perversa de sectário”, e que “seu intuito declarado de destruir uma reputação e os meios desonestos que põe em ação para esse fim não apenas são indignos de um homem da Igreja mas estão abaixo até do que a moral laica permite a um intelectual mundano”.[7]

Bastou pesquisar mais um pouco para encontrar outra polêmica causada pelo Fedeli – dessa vez, com lefebvristas, grupo tradicionalista, que, em princípio, possuiria várias ideias em comum com ele. Como resultado, em um longo estudo datado de 2009, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX) escancarou o estilo de raciocínio de Orlando Fedeli:

A multiplicação dos sofismas e das citações transformadas impressiona. Sem nenhum escrúpulo cita o seu adversário e modifica depois uma ou mais palavras adulterando totalmente o pensamento do autor.

O mesmo jogo é feito também ao nível das ideias. Uma ideia está enunciada mediante uma citação. Mas, depois, esta ideia está levada em um outro contexto onde perde força ou se entende totalmente diferentemente.

Orlando Fedeli dá a pensar que cita e que segue o raciocínio do seu adversário para criticá-lo, mas cita uma vez e multiplica os raciocínios baseados sobre reformulações do raciocínio inicial. As suas reformulações alteram o pensamento inicial e servem de base à crítica. Ao final, chega a conclusões aparentes que não têm nada a ver com o raciocínio inicial.

Não tendo então nenhuma lógica ou raciocínio completo verdadeiro, a única maneira de convencer o leitor será de impressioná-lo constantemente, com repetições de ideias fortes e emocionantes (deixa bem claro, pretende emitir sentenças com os mesmos poderes da Rota, se atribui, usurpa…, etc.), e com afirmações absolutas tão falsas como enganadoras que deixam o leitor tímido (se ele afirma isto tão solenemente não pode ser absolutamente falso! Pensará o leitor).

Neste trabalho descobrimos um Orlando Fedeli condenando sem piedade o inocente, mas tolerante e liberal ao máximo e além do máximo com ele mesmo. Só ele tem dispensas e exceções, os outros têm sempre obrigações estritas. Por ser um perigo para a salvação das almas, Nosso Senhor não hesitou em denunciar publicamente a hipocrisia dos fariseus. ‘Atam cargas pesadas e impossíveis de levar, e as põem sobre os ombros dos outros homens, mas nem com um dedo as querem mover’ (Mt 23, 4).[8]

Esses textos foram os melhores “cartões de visita” que encontramos sobre Orlando Fedeli. Mas há muitos outros que tiveram a experiência amarga de se deparar com o ‘inquisidor Fedeli’: Dom Orani Tempesta, Dom Henrique Soares da Costa, Dom João Wilk, Prof. Felipe Aquino, etc.

Reparem que aqui não estamos falando do conteúdo das acusações de Fedeli, mas apenas descrevendo seu o método. Fazer isso não é argumentar ‘ad hominem’, mas sim colocar um pressuposto de qualquer debate – afinal, antes de entrar num ringue, você precisa saber se o oponente respeita as regras do jogo, ou se é um trapaceiro. Infelizmente, Fedeli apresentava uma máscara inicialmente convincente, o que fazia com que a maioria de seus oponentes só se dessem conta do engodo depois que já estavam se digladiando com ele.

Enfim, se tantos atestam a impossibilidade racional de debater as ideias desse indivíduo, por que estamos tratando dele aqui?

Porque, após um período de relativo sossego, mais precisamente em 2011, Fedeli voltou a atazanar a obra de Dr. Plinio, lançando, via internet, uma apostila (que ele chamou de ‘livro’), intitulada ‘No país das maravilhas: a gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho’. Uma pessoa minimamente letrada pode perceber que essa obra é paranoica, confusa, e escrita exatamente com o mesmo método desonesto descrito por tantos acima. De 2011 para cá, vez ou outra, sempre ocorre de alguém ressuscitar esse pasquim nas redes sociais, impressionando os mais desavisados. Essa apostila também tem sido utilizada pelo mesmo clubinho de ‘ex-arautos’ que nos inspirou a criar essa página. Alguns deles tem usado esse material para tentar dar credibilidade às asneiras que dizem, sobretudo com intuito de causar impressão em alguns pais de alunos dos colégios de Arautos.

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Conta-se também, embora não saibamos disto com certeza, que alguns discípulos de Fedeli, animados pela notícia da visita apostólica realizada pela Santa Sé aos Arautos, puseram-se ‘de lança em riste’ para participar no coro de acusações contra a instituição. Se for verdade, acabaram até ajudando, pois mostraram aos bispos qual é o tipo de gente que está amplamente interessada numa eventual reprimenda.

Enfim, deixamos claro que não pretendemos refutar o “Gnose Burlesca”: afinal, conforme as opiniões acima, essa obra é um “realejo” que repete “acusações de heresia com pressa indecente”, fruto de “confusão interior”, na qual “suas reformulações alteram o pensamento inicial” e chegam a “conclusões aparentes que não têm nada a ver com o raciocínio inicial”. Ninguém perde tempo ‘refutando’ esse tipo de coisa. Por outro lado, se ‘espremer’, algumas calúnias-chave sairão dali – e boa parte delas cairá por si, principalmente depois de algumas postagens que colocaremos aqui.

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[1] GUIMARÃES, Atila Sinke. Refutação a uma investida frustra, p.15.

[2] GUIMARÃES, op. cit., p.5-6., disponível em: < https://www.pliniocorreadeoliveira.info/T1_0000_parecer_pe_victorino_rodriguez.htm >

[3] Realejo é um instrumento musical que toca uma música predefinida quando se gira uma manivela.

[4] CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. Voltando as costas a uma controvérsia-realejo. In: Folha de São Paulo. São Paulo. Ano LXIV. N.20.236 (28 de Agosto 1984)

[5] CARVALHO, Olavo de. Fé, ciência e ideologia: o fundo da questão Fedeli. Disponível em: http://www.olavodecarvalho.org/textos/fedeli5.htm . Acesso em 20 ago. 2018 (grifo nosso).

[6] CARVALHO, Olavo de. Um grupo de psicóticos. Disponível em: http://www.olavodecarvalho.org/textos/fedeli9.htm Acesso em 27 fev. 2019.

[7] CARVALHO, Olavo de. Mais um golpe de teatro do charlatão Orlando Fedeli. Disponível em: http://www.olavodecarvalho.org/textos/fedeli2.htm . Acesso em 25 fev. 2019.

[8] DANJOU, FSSPX, Joël. Acautelai-vos dos homens: sobre a Associação Cultural Montfort e o Sr. Orlando Fedeli. Disponível em: https://www.fsspx.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Pe_Joel_Danjou_Acautelai-vos_dos_homens.pdf Acesso em 25 fev. 2019.

13 comentários sobre “Sobre um certo professor

  1. Não tinha ainda lido este artigo, pois entrei no site recentemente e vou “colocando a leitura em dia” quando tenho oportunidade. Embora tenha acompanhado este embate do Sr. Dr. Plinio e de Mons. João Clá de perto, este artigo é um lufada de ar puro e com certeza fará muito bem aos que o lerem. Conheci (infelizmente) o O.F., e acompanhei (como qualquer cooperador da TFP) esta verdadeira encrenca, tendo lido a refutação redigida pelo sr. Átila S. Guimarães das teses mirabolantes do “louco do Cambuci”. E, “horresco referens”, conversado (a contragosto, mas sem poder “fugir da raia”) com o louco nos últimos dias que apareceu na região das “sedes”, quando ia importunar o Sr. Dr. Plinio na sede do Reino de Maria. Ou seja, posso atestar com conhecimento de causa que este artigo está primorosamente bem escrito.
    Parabéns!

  2. Não queria me deter muito em escrever contra um declarado psicopata, pois não merece muita atenção… Mas preciso dizer que esse artigo está muito bom! Muito esclarecedor!
    Esse Fedeli é um monstro! Esse Zucchi realmente é o seu alter ego! Logo ele falando de seita… pelo amor de Deus!!!

  3. No dia 27 de julho,dia do falecimento da Irmã Lívia,encontrei um casal de terciários e eles me contaram que tinham ido a uma festa promovida por umas freiras que são dissidentes do grupo do Fedeli.Numa mesinha estavam à venda uns livros.Eles viram o livro No país das maravilhas:a gnose burlesca… e o compraram por curiosidade.A senhora começou a ler o livro em casa e começou a sentir mal estar com enjoo e teve que parar de ler.Eu então lhes expliquei quem era o Fedeli e lhes recomendei que lessem neste blog o artigo sobre Um certo professor e o artigo refutando o Zucchi (Apurando uma mensagem de Zucchi).Já é a terceira pessoa que converso que não conhecia esse blog Ex-Arautos-Minas Gerais.Os senhores precisam divulgar esse blog entre os terciários.

    1. Muito obrigado pelo apoio! Parece que esse blog já tem circulado entre terciários e entre pais de Arautos, mas entretanto nem todos devem ter conhecimento.
      Bom que o material ficará online, lançando luz sobre a escuridão.
      Com relação aos escritos de Fedeli e Zucchi, eles possuem o mesmo teor dos escritos de Lutero (frenesi, afobação, ideias desconexas, etc), basta comparar um pouco para perceber isso… Então não é de se estranhar que essa pessoa tenha se sentido mal.

  4. A maioria das pessoas que converso dizem que é Fedeli era realmente desequilibrado, que brigava com todo mundo, etc,. Mas quando se trata de Arautos, todo mundo resolve levar a sério o que ele diz. Falta de coerência total.

  5. São Paulo avisou ao seu aluno Timóteo: “Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas suas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2Tim. 4,3-4). Não precisa dizer mais nada desse “inFidelli” rsrsrsrsrs

  6. Confesso que gostei do inteligente artigo sobre o desenfreado doido varrido do Fedeli que queria ser tratado com “mestre”. É a mesma historia dos apóstatas: vaidade e inveja das mercês que Deus faz a outrem. Fedeli morria de inveja de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira. O mesmo desvio aconteceu com o Mons. João Clá: arvorou-se em ser um outro Plinio, comparando-se com Enoc que Elias teria jogado o manto e adquirido o espírito profético. É bem o que li no artigo, o exagero e o prurido de novidades fantásticas, extraordinárias e messiânicas enganou muita gente com promessas de salvador da Igreja, entregou a obra de Dr. Plinio à barra dos tribunais utilizando de argumentos revolucionários de libertè, egalitè, fraternitè.

    Impressionante como os judas vão se repetindo ao longo da história.

    1. […]”arvorou-se em ser um outro Plinio, comparando-se com Enoc que Elias teria jogado o manto e adquirido o espírito profético. É bem o que li no artigo. […]
      Leonardo, mais uma pérola: Santo Elias jogou a capa para SANTO ELISEO… Então se foi bem isso que viu no artigo deu para ver que você enxergou “novidades” que não existem… Ainda mais para quem deveria ter ouvido elogios públicos ao Mons. João da boca de Dr. Plinio, como por exemplo Dr. Plinio o ter chamado de “alter ego” certa vez em um chá no Praesto Sum (existe a gravação e não dá para dizer que é montagem não…). Acho que agora achei sua citação sobre o “processo libertè(sic), egalitè(sic), fraternitè(sic)”. Bem, apenas cito que a aplicação do fato da Revolução Francesa arrasou, a começar pela escrita… E vi que no contexto seu comentário do começo ao fim infelizmente careceu de citações corretas e adequação contextual. Espero que não entenda como um “vitupério” ou “ofensa”.

    2. Leonardo, é indigente o seu comentário, pois não o conheço mas parece que você esteve na TFP. Eu embora não tenha sido arauto estive por dois anos na TFP. Eu me afastei do movimento e me envergonho por minhas faltas. E graças a Nossa Senhora admiro a FIDELIDADE de Monsenhor João Cla, pois é por isto, que ele colhe com alegria aquilo que Dr. Plínio semeou com lágrimas. Mas monsenhor João Cla , colhe almas e mosteiros, não por inveja , mas por amor a Deus e sua fidelidade à Dr. Plínio. Voce também critica de forma desequilibrada o prof. Fedeli , que como vimos acima não correspondeu à graça de ver o profetismo de Dr.Plinio. E você, fez algo pela Igreja ? Não veja cisco nos olhos dos outros antes de ver os pedregulhos que estão atrás dos seus. Você é atrevido para criticar santos virtuosos que deram sua vida pela cristandade como Dr. Plínio Corrêa de Oliveira e Monsenhor João Cla.

  7. Algo me diz que esse artigo vai deixar muita gente enfurecida kkkkk. Mas ultimamente até os discípulos do Professor Orlando já se conformaram que ele não era muito normal

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