Irmã dos Arautos questiona versão de algumas mães

Em um certo recanto da internet, tem aparecido alguns depoimentos (anônimos) de determinadas mães de meninas que, aparentemente, frequentaram e moraram em casas do setor feminino dos Arautos (chamado popularmente de ‘Ordem Segunda’).

Obviamente, não são mães quaisquer: essas, em sua maioria, fazem parte do grupo de famílias que estão em contato, há tempos, com um grupo de egressos revoltados (ou apóstatas, como queira) dos Arautos.

Abaixo, podemos ver trechos dessas mães reclamando da rebeldia que suas filhas teriam adquirido nos Arautos:

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Fazendo coro com essas mães, encontramos também um relato de uma suposta ex-integrante:

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Apesar do drama, nossos corações não conseguiram se comover com esses relatos. Tem qualquer coisa aí que não fecha.

Por outro lado, quem garante que na Ordem Segunda essas irmãs realmente não sejam umas rebeldes?

Por via das dúvidas, e para não sermos desonestos, resolvemos procurar a manifestação do outro lado.

Utilizando uma rede de contato ‘clandestina’, fizemos chegar até uma sede do setor feminino a íntegra do que andam falando nesse ‘muro de lamentações’. Mandamos tudo.

Depois de algumas horas, nossa agente intermediária recebeu uma resposta, vinda diretamente de uma das irmãs do setor feminino dos Arautos:

resposta irmã

 

Por ora é isso…

21 comentários sobre “Irmã dos Arautos questiona versão de algumas mães

  1. Coitada dessas irmãs, sei que passam apertadas com essas jovens mal educadas, birrentas, desobedientes e cheias de vontade. Não precisa ir em escola ou na casa dos Arautos do Evangelho p vê isso, basta ir em um aniversário de criança, que se para assistir o show que essas crianças fazem com os pais hoje em dia.
    O problema e que esses pais figem não vê, e depois querem por culpa nas irmãs.

    1. Eu conheço os ARAUTOS, sei que tudo isso é perseguição, tenho filho na Associação e filho ex. São pessoas BN bem formadas que tem respeito pela igreja de Cristo. O ex Arautos diz de forma respeitosa que Plínio Correa é o pai que ele conheceu e o Mons. foi discípulo preparado para dar continuidade ao trabalho de Dr Plínio Correa. Salve
      Maria!

  2. Vi o depoimento de uma moça que saiu dos Arautos e ela reclama que, depois que saiu dos Arautos, sofreu bullying e agressividade em uma escola pública para a qual mudou, depois de ter saído dos Arautos do Evangelho! Ela saiu espontaneamente de um Colégio maravilhoso, dos Arautos do Evangelho, onde era super bem tratada, e foi para uma outra escola porque quis e acabou sofrendo bullying nessa nova escola! E ela teve a cara de pau de dizer que a culpa do bullying sofrido por ela na nova escola é dos Arautos do Evangelho!!! Por aí a gente vê o mau caráter da moça! Em nenhum momento ela diz que foi maltratada ou que sofreu bullying enquanto estava nos Arautos do Evangelho, pelo contrário, ela afirma que só sofreu bullying na escola pública que frequentou após ter saído dos Arautos! Ou seja, só esse depoimento já prova a maldade dela, um ódio gratuito e irracional contra a Instituição! É um claro exemplo daquele tipo de pessoa que sempre culpa os outros pelos insucessos e fracassos de sua vida, jamais tendo a coragem de assumir a própria responsabilidade pelas escolhas que faz ou pelos próprios atos que pratica!

  3. quando saí da Ordem 1 , foi por fraqueza e falta de oração, hoje vejo isso, se pudesse voltaria , tudo sobre a verdade da fé aprendi lá , frequencia aos sacramentos , aprendi lá , honrar pai e mãe aprendi lá, hoje casado e com dois filhos ensino a eles o que aprendi lá , agradeço a Deus por ter feito parte dos Arautos , hoje sou Arauto de coração , e serei até o ultimo instante de minha vida , que daria pelos Arautos com ,muita alegria, se Nossa Senhora assim me permitir

  4. Mas que conversa mais sem sentido dessas mães. Tenho uma filha na Ordem II e nunca vi essas atitudes da parte dela. Pelo contrário, sempre entra em contato e quando nos vemos mantém o pedido de bênção osculando minha mão e eu a dela. Assim como era em casa e desde que ela aprendeu a pedir a bênção quando ainda nem falava direito. Ou seja, precisamos saber realmente como era o convívio dessas estudantes com a família antes de entrarem para a ordem, pois o bom trato nunca se perde, principalmente numa ordem como Arautos do Evangelho que tem como marca clara para todos a boa educação. Agora, se foi diferente e a filha ao conseguir se afastar de más situações quer seguir em frente sem muito contato é outra questão. Mas ainda assim, sabemos bem que as irmãs exigem o bom trato familiar! Se Nosso Senhor tratou bem sua Mãe Santíssima, assim devemos ser, além de que, faz parte da vida do verdadeiro católico cumprir o 4º Mandamento.

  5. Nossa, estou gostando de ler esses artigos pois tratam a realidade dos casos de forma aberta, com abertura para ver o contexto e a opinião do conjunto de pessoas inserido na problemática. Parabéns pela transparência!

  6. Na verdade, penso que esses casos que certas mães estão querendo manipular artificialmente para atacar os arautos, são casos de família. Relacionados com os arautos, sim, mas casos de família. Coloquemos essas senhoras numa situação semelhante… digamos que elas sentiam vocação para o matrimônio, mas seus pais determinaram desde pequeninas que elas deviam entrar num convento e tudo orientam na vida delas para isso. Elas ficam maiores de idade e vão casar. Seus pais começam a fazer a maior perseguição… não querem ajudar a preparar o casamento, a arrumar a casa, etc. Quando tem o contato com o noivo tratam-no mal, e cada contato torna-se insuportável porque eles ainda tem esperança de que ela entre no convento. Mesmo depois do casamento, ainda torcem para o marido morrer, ou o matrimônio ser nulo, para que seu plano possa se cumprir. Chegaria numa hora que… Entenderam? Pois só inverter os termos…

    1. Leticia ,então os pais ficam sabendo que o esposo é mal -caráter o que fazer ? Gostei de sua comparação e agora ficou melhor para entender.
      Fica com Deus pax

      1. Luis, se a filha está satisfeita com o esposo e os pais empenham-se em tornar a vida dela impossível por causa dele, a coisa é diferente. Mais ainda, se a filha conhece perfeitamente o esposo e sabe que o que pensam os pais não passa de um refrito de calúnias e difamações. Imagine os pais dizendo: “Filha… nós sabemos o que acontece dentro de tua casa, com teu esposo… você que não está se dando conta…” A filha certamente pensará… “Claudinha senta aí… de verdade conhece melhor minha casa do que eu? Vai dormir…”

  7. Sou ex membro da ordem II, e nunca fui obrigada a maltratar meus pais. Nunca mudei com eles,pelo contrário,as irmãs sempre orientaram sobre respeito e a importância da familia. Tive que sair por motivo de saúde mas até hoje meu coração pertenceu aos arautos.

    1. Tenho familia nos Arautos em ordem 1 e 2.Eles adoram os Arautos!Não falta nada para eles.Tem uma educação exemplar.Notas escolares exemplares tambem.Tudo é perfeito.Todos os finais de semana visitam os pais.
      Eu comecei à frequentar os Arautos desde que assisti à 1 missa.Amei!Muito humildes com à gente acolhedores.
      Vem agora um jornaleco de meia tigela contar mentiras.Querem afundar os Arautos!
      É,mas não vão conseguir não!
      Maria vai passar na frente,pisa na cabeça dessa serpente.Quem como Deus?Ninguém como Deus.

  8. Tenho duas irmãs na Ordem II e posso atestar que esse papo de afastar da família é a maior mentira.
    Elas sempre nos ligam, sempre vamos as reuniões do Colégio, etc.
    Na formatura de ensino médio da mais velha, tive a oportunidade de jantar em Monte Carmelo e msm eu sendo um ex membro da ordem I, fui super bem tratado pelas irmãs.

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