A gênese de uma seita anti-Arautos

Vamos conversar sobre seitas?

A palavra ‘seita’ não tem nenhuma descrição confiável. Dizem que vem do latim – “secta” e significaria ‘trilha’, ‘caminho’. Por exemplo, a palavra em francês ‘intersection’ significa ‘cruzamento’, ‘entroncamento’.

Embora não haja um consenso, o termo é geralmente utilizado para designar determinadas correntes religiosas, filosóficas ou políticas que se separam de uma doutrina principal. Portanto, ao pé da letra, seita pode ser interpretada como “divisão”, “partido” ou “facção”.

De modo mais informal, ‘seita’ significa qualquer grupo organizado de pessoas que defendam as mesmas ideias ou tenham causas em comum.

E no sentido ‘midiático’ e hollywodiano, ‘seita’ é aquele grupo sinistro que se reúne às escondidas para compartilhar crenças e hábitos reprováveis socialmente. Mas, por outro lado, também há seitas que governam países.

Na prática, ‘seita’ é uma palavra maleável, que serve para qualquer coisa. Até um Centro Acadêmico pode ser uma ‘seita’, dependendo do ponto de vista.

A questão é que nós aqui vimos o nascimento de uma seita. E ela surgiu graças a um certo Mark Zuckemberg – o fundador do Facebook.

Vamos contar a novela desde o início (não tem como resumir muito).

Desde que começou a se institucionalizar, a obra de Plinio Corrêa de Oliveira comportou milhares de pessoas – que estiveram nela seja por alguns dias, seja por semanas, meses ou anos. Alguns foram os ditos ‘apostolandos’ (pessoa convidada para conhecer e que frequentam por alguns finais de semana), outros foram meros ‘apostolanches’ (aqueles que iam somente para comer e beber de graça), outros só iam por causa de artes marciais e acampamentos, etc. E alguns poucos – que demonstravam sintonia com os ideais – passavam a integrar o que popularmente chamamos de ‘Grupo’.

De uns anos para cá, temos também alguns alunos de colégios dos Arautos, que, vez ou outra, também demonstram vocação para a vida religiosa – muito embora a maioria deles (ou delas) acabe apenas cursando um ou dois anos e depois voltam para casa.

Desses que chegam a entrar, uma parte considerável também costuma sair, às vezes depois de anos. Está cheio de ‘ex-TFP’ e ‘ex-Arauto’ mundo afora.

Assim, se somarmos todo mundo que já ‘passou’ pelas barcas de Dr. Plinio e Mons. João desde 1960 até 2019, atingiria facilmente umas 30 mil pessoas – e até mais, se formos acrescentar as que tiveram um contato bem mais superficial e não chegaram a aprofundar laços.

Desses que não se efetivaram, ou dentre os que entraram e depois saíram, a maioria sumiu mundo afora, tocando suas vidas como uma pessoa qualquer. Outros ficaram por perto, porque continuaram com as convicções, e também com as amizades – é o nosso caso aqui.

Houve também aqueles que, somando o gosto pelas confusões e a atração por holofotes, causaram os chamados ‘estrondos’. Desses o mais ilustre foi Orlando Fedeli, já mencionado em um artigo anterior.

Mas aí veio a internet, e trouxe a possibilidade de manter por perto não só os amigos, mas também aqueles que detinham alguma mágoa do passado. Ou, seja, os que sumiam não somem mais.

E houve também uma situação nova: naqueles que saíram sem mágoa nenhuma, o calor das redes sociais tratou de implantá-las.

Há uns bons anos atrás, surgiu um fórum chamado ‘salvemaria.info’, que agregou alguns ex-membros de TFP e Arautos. Ali, muitas vezes surgiam depoimentos e debates interessantes, e, como era de se esperar, houve também o surgimento de divergências. Mas ainda se mantinha uma casca de compostura.

O Orkut não trouxe nada de considerável nesse ponto, passando quase em branco.

A novidade em relação a Arautos começou mesmo foi com o Facebook – essa mesma rede que conseguiu reunir pessoas para a ‘Primavera Árabe’ (que na verdade afundou no caos meia dúzia de países), os protestos de 2013 (que até hoje ninguém sabe direito do que se tratou), lançou ucranianos contra russos, trumpistas contra democratas, petistas contra direitistas… e dias atrás, inclusive, transmitiu ao vivo, sem nenhuma censura, um massacre na Nova Zelândia. Todo mundo em pé de guerra, graças à redes sociais – essas maravilhas da modernidade que, no dizer de Humberto Eco, ‘deram voz a uma legião de imbecis’, e ‘promoveram o idiota da aldeia a portador da verdade‘.

Assim, do total de milhares que frequentaram ao longo de décadas, alguns poucos ‘ex-TFP’, e algumas centenas de ‘ex arautos’, não tardaram a se juntar em grupos no Facebook (os ‘ex tfp’ costumam ser mais velhos e não tem o hábito de ‘se atracar’ nessas redes).

Esses grupos, que começaram como clubes de memórias, recordações, e até de formação de casais, não tardaram a virar mini praças de guerra.

Vejam, por exemplo, essas conversas de experiências e memórias, com muitos depoimentos  amigáveis (que, aliás, não denotam nenhum tipo de sequela traumática nos ex-integrantes).
Obs: nomes e fotos foram borrados para preservar a privacidade.

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Obs: ‘SDP’ é uma sigla para ‘Sr. Dr. Plinio’

É claro que, entre as lembranças boas, havia também críticas e reclamações – mas isso é de se esperar, para qualquer grupo de seres humanos, e até aí nada de anormal.

Porém, o fato disso se dar em uma rede social fez uma diferença – afinal, como dizem, ‘redes sociais deixaram o mundo cada vez mais anti-social’. Depois de algum tempo, foram chegando pessoas mais ‘controvertidas’, que não se limitando a manifestar divergências doutrinárias ou objeções em relação a determinadas posturas, tentavam propalar mágoas pessoais e deformar seriamente as memórias das outras. Em questão de meses, a coisa foi se deteriorando, e os debates tendiam a se converter em baixaria:

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Claro que os métodos ‘fedélicos’ não tardaram a aparecer: apetite de escândalo, acusações de heresias, destruição de reputações. Como foram intermináveis discussões e brigas, poupamos o leitor e colocamos aqui apenas algumas respostas como amostras:

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Após uma série de confusões, divisões e expulsões, a coisa chegou a ponto de não-retorno, e formaram-se dois grupos – um mais ‘comportado’, e outro onde tudo passou a ser liberado, inclusive memes e montagens fotográficas impublicáveis. Na maioria das vezes, os principais alvos desse tipo de postagem eram o Mons. João Clá e as irmãs do setor feminino (elas são as mais odiadas, sempre).

O mais curioso é que, apesar de tudo isso, nunca vimos ninguém dos Arautos revidar nem perseguir quem fazia esses insultos.

Assim foi, entre 2013 e 2016 – três longos anos de idas e vindas, de discussões frequentes.

T-r-ê-s    a-n-o-s    de discussões.

Esse tempo foi mais do que suficiente para consolidar dois grupos rivais.

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Cada vez menos pessoas tinham vontade de contar casos e compartilhar lembranças, tendo em vista que frequentemente eram alvos de interpretações maliciosas, e deturpações cada vez mais paranoicas. A conversa espontânea desapareceu, e restaram quase apenas reclamações, disputas e confrontos.

Por volta de 2016, após uma briga mais inflamada, um dos principais agitadores se retirou, e parecia que os conflitos se acalmariam.

Ledo engano. Um belo dia, começaram a aparecer os famigerados vídeos de exorcismos realizados por alguns padres dos Arautos.

Isso era tudo que o pequeno grupo de famintos de escândalo e destruidores de reputações precisava.

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Então, se nos anos anteriores reinara a baixaria, agora era hora de assumir nova postura, mais dissimulada e elegante.

Usando uma linha de atuação bem delineada, começaram por pressionar pessoas do clero. Vendo que a Igreja não é uma instituição de julgamentos simplórios e acelerados, partiram então para enviar os tais vídeos para todo o orbe. Não importava se a divulgação causaria posterior sofrimento às pessoas envolvidas (como todas as jovens declararam depois), não importava se haviam sido ‘vazados’ de forma ilícita, não importava se se referiam a uma questão religiosa de foro privado. Tudo isso ficou em segundo plano. O que importava era dar vazão àquela raiva que estava sendo formada há anos nas redes sociais, e jogar o mundo contra os seus antigos irmãos e irmãs, utilizando-se do sofisma de estarem ‘denunciando um horror’ (tão ‘horrível’ que nenhuma das pessoas diretamente envolvidas nos fatos achou ruim ou reclamou).

Obviamente jornais e repórteres renomados não aderiram à falta de ética de divulgar os vídeos de exorcismos. Quem fez isso foram blogueiros independentes, pessoas de grupos inimigos (Montfort em peso) e também alguns poucos clérigos que se apressaram em julgar.

Mas queimar reputação perante a Igreja e a mídia não era o limite. Era preciso fazer de tudo para esvaziar as fileiras daquele grupo que outrora lhes cativara o coração. Uma perfeita ‘vingança de ex’.

Assim, começaram a procurar mães de arautos para, através de uma ‘aura de seriedade e amizade sincera’, começarem lentamente a doutriná-las de forma contrária àquela instituição. Seriam tratadas como ‘mães de vítimas’. Algumas foram adicionadas nesses grupos, e outras foram contactadas por fora. E, obviamente, tiveram o cuidado de expulsar as outras mães que eram favoráveis.

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Assim, com atuação proselitista, aquilo que era um fórum de ex-arautos passara a contar com familiares contrários aos arautos, e até com ilustres integrantes da Montfort.

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Nessa postagem pública de familiares, por exemplo, membros dessa turma aparecem em peso apoiando o pai que retirara as filhas. Teriam encontrado por acaso essa postagem? Ou o espetáculo estava previsto?

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Paralelamente, os ataques difamatórios e de baixo calão voltaram a acontecer – mas, para não sujar os nomes igual antigamente, agora eram realizados por perfis ‘fakes’ (obviamente sabemos a autoria, mas isso fica para outras instâncias…).

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Nem mesmo um dos visitadores apostólicos escapou, e chegou a ser incluído no grupo para que pudesse ter acesso à depoimentos e à ‘verdade’ sobre os Arautos. Obviamente ele não tardou a se retirar…

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Mais recentemente, vemos algumas pobres mães, já ‘convertidas’ pelos renegados, atuando como verdadeiras ‘missionárias’ e ‘apóstolas’ a procurar diversos pais de alunos, via redes sociais, para alertá-los dos ‘perigos dos Arautos’.

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Se você reparou num desses prints acima, verá que uma delas chega a repreender a Igreja, dizendo que o Vaticano ‘não considerou as heresias’ dos Arautos – provavelmente quem disse isso a ela estudou mais que vários teólogos dominicanos de Salamanca, e mais que João Paulo II e Bento XVI somados.

E além disso, nota-se uma chantagem – “se a Igreja não condenar, vamos à mídia!” Imagine a situação de um bispo ou cardeal lendo tudo isso: “Se não condenarem, faremos tal coisa”. Isso lembra até outra chantagem, dita dois mil anos atrás “Se libertar esse homem, não és amigo de César” (Jo 19, 12). Ou seja, ninguém quer saber se a resposta será outra que não uma condenação. Na cabeça dessas pessoas, a sentença já está dada, e se a Igreja e o poder público não derem aquilo que elas querem, elas trabalharão para a mídia ou as redes proporcionarem isso.

E assim se fecha o ciclo da seita anti-Arautos. Tudo já estava planejado lá atrás. Essas mães obviamente são apenas uma das etapas do plano.

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Obs: Alguém avise a eles que conselheiros tutelares, delegados, promotores, juízes e bispos sempre tiveram livre trânsito em qualquer casa dos Arautos. Está desinformado o camarada aí.

Claro que, nas redes sociais, aqueles que atuam costumam ser os ‘soldados rasos’. Há outros integrantes que não costumam aparecer no Facebook, e que se manifestam somente em grupos mais secretos.

E sejamos justos. Ao contrário do antigo Fedeli, os coordenadores dessa nova seita não gostam de holofotes. Estão preferindo deixar a ‘bucha’ para as mulheres. Vejam por exemplo, como, após o lançamento do nosso blog, um dos mais ativos preferiu tirar o corpo.

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Ele diz que não tem ‘nada a ver’, e é um grupo ‘fechado’.
Ok, mas não é isso que essas mesmas pessoas dizem no Facebook:

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Aí está, perfeita e acabada, uma facção com uma crença e uma causa comum, que se reúne de forma oculta para promover práticas socialmente reprováveis – ou seja, uma verdadeira seita, gerada através do discurso de ódio das redes sociais.

“Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia” (Marcos 4, 22)


Aviso: Por ordem do nosso setor jurídico, informamos que, se a reprodução de algum print de sua autoria te deixou incomodado(a), avise qual é, e retiraremos. Mas avisamos que reconhecer a autoria de uma injúria e difamação não é muito favorável para você.

 

23 comentários sobre “A gênese de uma seita anti-Arautos

  1. Esse ‘estrelinha’ que fez o fake Quevedo (qualquer um que prestar atenção nos detalhes do print consegue descobrir o autor) andou palestrando num evento universitário chamado “Mesa Redonda Pensar as Direitas na América Latina”.
    Tinha até um vídeo no youtube desse babaca falando da temporada que passou no IPCO e também sobre a TFP americana, mas hoje fui procurar e os organizadores tiraram do ar.
    É o único vídeo da série que foi excluído. Acho q devem ter percebido o embuste em que se meteram ao dar voz para gente cretina e duas caras.

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  2. No geral é um festival de horrores.
    Mas não sei se repararam, no primeiro conjunto de prints tem uma carta maravilhosa do Mons. João para o rapaz que tinha perdido o pai. A mais linda mensagem que já li para uma situação difícil dessas.
    Isso deveria ser guardado e divulgado para todas as pessoas.

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  3. De fato já estava passando da hora de haver um revide para essa gente insolente, que são esses ex arautos empedernidos. Faço parte desde que nasci. Meus pais conheceram o grupo na década de 70. Sempre recebi visitas dos membros em minha casa. Depois morei 5 anos na casa de vida comunitária. ( saí por livre vontade) , casei com um ex arauto da Ordem I, que viveu lá por 9 anos e também saiu de livre vontade. Hoje somos casados tenho 1 filho abençoado e não abandono os Arautos por nada neste mundo. Tem erros lá dentro? Sim! Erros cometidos pela consequência do Pecado Original em cada um. Mas erros doutrinários? Não há!!!! E tem mais, sem medo de falar heresia. Até os erros comuns de ordem humana são imperceptíveis, pois sou testemunha que existe uma tal ação do Espirito Santo lá dentro, que os erros são quase inexistentes. E aqui pra nós. Observando essa gente que inventa calúnias contra os Arautos. Me desculpem! Essa gente são um bando de desocupados que nunca foram ensinados pela família deles a pegar uma vassoura e varrer o chão ou lavar o toilete. São uns moles! Bando de gente sem caráter! Nossa Senhora teve misericórdia deles dando uma chance de se emendarem aprendendo o caminho dentro dos Arautos, mas eles são tão ruins que preferiram ficar no chiqueiro!

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  4. O texto é irretocável por ser a história que vivi dentro e fora dos Arautos.
    Os Monfort de sempre são os invejosos de sempre, são de fato uma seita que adoram Fedeli e acusam todos da Igreja Católica de serem ruins (Só eles são “santos”).
    A conclusão que cheguei é que os pervertidos (Esses da “mão peluda” que postaram montagens pornográficas referente aos arautos) se juntaram aos outros da “mão peluda” do Monfort (únicos “santos” que falam de pureza de costumes mas vivem praticando outras coisas) e em comunhão de almas dedicam seu tempo a atacar aquilo que eles queriam ser e não conseguem.
    Uma de bastardos que nem podem ser chamados de inglórios porque sequer procuram a glória… na verdade procuram justificar as trevas que vivem

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  5. MANO DO CÉU, ESSES CARAS AINDA EXISTEM!!! GRUPO DE EX ARAUTOS DE FACEBOOK, GRAÇAS A DEUS FAZ ANOS QUE CAÍ FORA DISSO. BAITÍSSIMA PERDA DE TEMPO, ISSO PARA FALAR POR BAIXO, PORQUE NA VERDADE ESSES GRUPOS SÃO UM CENTRO DE PIRAÇÃO COLETIVA

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  6. Vcs esqueceram de falar que antes de procurar mães eles tentaram apoio de meninas da ordem segunda, mas a maioria percebeu a jogada e pulou fora. Vendo esses prints lembrei que uma vez fui dar papo pra um desses caras aí e me arrependi horrivelmente, o cara tinha a mente totalmente podre, para ele todas eramos vadias. Não deixei esse pobre coitado manipular minha memória. Desse tipo de gente eu quero distância, energia negativa eles tem de sobra

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    1. Procuraram, e ainda procuram… você tem que ver com que baixeza eles manipulam certas coisas que não tem nada, com o intuito de apresentar a vida lá dentro quase como um harém. E tentam angariar testemunhos nessa linha. Vadias mesmo são as que se prestam para isso sabendo, por ter vivido, que em nada corresponde à realidade dos fatos. Quem viveu lá dentro sabe muito bem… mas o ódio desta “seita” leva a esses absurdos…

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    2. Ou tem muito print deles chamando moças de vadia pra baixo… Se o movimento feminista descobre esses caras.
      Todas que não concordam com eles, são assediadas.

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  7. Me disseram que tem irmãs da Ordem Segunda escrevendo comentários neste blog. Se for verdade, acho que ja´sei quem são. Por exemplo, é impossível terciário ou correspondente ter tanto conhecimento igual a essa Leticia

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    1. Senhor “um assinante” graças a Deus tem pessoas com conhecimentos claros e precisos sobre o que se passa lá dentro para defender a verdade, pois existem tantos sem conhecimento dizendo mentiras e até mesmo o que não conseguem atestar, como sendo verídicos “fatos reais” que ouviram dizer de “pessoas de dentro”. Aliás, também ouvir dizer que existem pessoas que tentam disseminar desconfiança e discórdia aqui nesse blog sério e transparente. “Se for verdade, acho que já sei quem são”… Por exemplo, é impossível ler esse artigo objetivo e depois fazer um comentário tão bola fora igual a “esse” Um assinante …

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  8. Não li ainda inteiro mas sei que esse “Francisco de Quevedo” é o […], eu tive varias brigas com ele. Saí desse grupo “hard” por estar perdendo o tempo. Ali tinha gente de mal espiritu mesmo, pena que tendo convivido com alguns, como o […]. Bom trabalho, leio depois kkkk

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      1. Gostei da valentia de vocês exarautosmg, estão de parabéns. É isso mesmo o que temos que fazer, mostrar a verdade sobre as falcatruas deles sem medo.

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  9. Eu fiz parte desses grupos aí, e saí depois de ver que estava perdendo meu tempo com gente louca. Mas não sabia que tinham chegado a esse grau de fanatismo

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  10. E essa seita anti-arautos está firme em sua sanha destruidora, e, como toda seita, usando meios pouco éticos. Por exemplo, naquele ridículo blog que fizeram são sempre as mesmas pessoas que comentam, um grupo muito reduzido de mães que ficam se alimentando umas a outras, num primeiro momento aceitaram comentários contrários. Quando viram que nestes começavam a ser respondidas de forma coerente e respeitosa todas as suas acusações, além de expor alguns dos modos de proceder que estão adotando em relação a outras famílias, eles pararam de aceitar os comentários, para dar uma impressão de que só existe a versão deles. Fiz eu mesma vários comentários longos com explicações detalhadas e simplesmente omitiram. Não é como aqui, que é um foro aberto ao debate sadio.
    Isto mostra que a finalidade desse blog é, simplesmente, ter uma plataforma para direcionar as pessoas que estão procurando pelas redes sociais para falar mal dos Arautos. Elas vão atrás de pessoas cujos perfis manifestem simpatia pelos Arautos ou que tem filhos dentro, e aí procurar pelo particular e começa o bombardeio com uma aparência de pessoas equilibradas, católicas, que estão procurando a verdade. Mas a quantidade de calúnias GRAVES, inclusive passíveis de crime, que estão espalhando é tremenda. Tenho vários áudios gravados por elas, inclusive sei o nome das que espalham, que poderia pôr a disposição deste site para que todos vejam a que ponto chegam acusações, umas gravíssimas, outras ridículas, todas elas ou falsas ou deformadas.

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  11. Eu criei o primeiro grupo de “ex-arautos” no Facebook. Inicialmente era muito bom. Ficávamos até de madrugada relembrando Histórias…. Bate papo via Skype, etc.
    Até que começou a aparecer os membros dessa “seita anti-arautos”.
    Depois disso começaram as brigas, tive que começar a agir como moderador, fiquei com fama de ditador e aí criaram um outro grupo.
    Mas como foi comentado no POST, eles não sumiram, msm fazendo parte de outro grupo, continuavam enchendo o saco.
    Encheram tanto o saco, que cheguei a ir no Cartório e fazer uma Ata Notarial para registrar as calúnias que eles dizem.
    Se for de interesse, posso disponibilizar em PDF essa Ata.

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  12. De fato muito esclarecedor, ótimo trabalho. Esta seita anti-Arautos tem arrastado alguns desinformados. Mostrando a verdade vamos ajudar estes poucos a não caírem na falta de fé.

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  13. Hahahaha, jogaram a treta no ventilador. Pena que não dá para identificar as ‘peças’, mas que tem pano pra manga, isso tem kkkkkk

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  14. Encontramos pela internet, nos mais diversos meios e redes, pessoas fazendo acusações aos arautos e se dizendo defensoras da verdadeira fé. Muitas vezes as pessoas se sentem confusas e perturbadas com tantas acusações e suspeitas, e acabam ficando pensativas e com medo, se perguntando onde está a verdade. No entanto, se por um lado parece confuso perceber onde está a verdade nessa torre de Babel, por outro é muitíssimo simples e fácil perceber ONDE A VERDADE NÃO ESTÁ. E é mais fácil ir por eliminação. Porque pra quem é um verdadeiro Cristão e está impregnado do Evangelho de Cristo e dos exemplos de tantos Santos que nos deu a nossa mãe Igreja Católica, é fácil enxergar que a verdade NÃO ESTÁ onde existe ódio, acusações, maledicência, falta de caridade, fofoca, palavras chulas, confusão, falta de pudor, de respeito, enfim… É muito simples detectar uma linguagem e uma atitude não Cristãs. Um verdadeiro cristão, com boa intenção, interessado em promover o bem e a verdade, não tem nem de longe a postura desses ex integrantes, incluindo professor Fedeli, que estão claramente mais preocupados em ofender, depreciar, difamar, do que em promover uma suposta verdade. Esse não é o papel do cristão, e sim do inimigo de Deus. Como ensina Santa Benedita da Cruz, a célebre Edith Stein, “não aceite nada como verdade se aí falta amor, e não aceite nada como amor se aí falta verdade”.

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