Guerreiros da Virgem, pólvora queimada

Algumas vezes temos a impressão de que esses ‘anônimos’ da oposição estão com problemas de cabeça.

Vejam por exemplo essa situação: em alguns dos nossos artigos, utilizamos argumentos que foram apresentados por Dr. Plinio em um livro intitulado “Guerreiros da Virgem – A réplica da autenticidade”. Essa obra foi escrita em réplica a um livro intitulado ‘Guerreiros da Virgem’, de José Antônio Pedriali, o qual dizia quase as mesmas paranoias que a ‘seita anti-arautos’ repete atualmente.

A questão é que, mesmo depois de indicar essa refutação, eis que a turminha anti-arautos resolve apresentar como ‘novidade’ justamente o livro ‘Guerreiros da Virgem’, que foi massacrado por Dr. Plinio lá nos anos 1980. Vejam o que dizem:

Sem título

Depois de ler isso, e considerando todo o contexto, a pergunta que fica é: será que esses misteriosos ‘opositores’ estariam fazendo postagens sob efeito de bebidas, ou algum outro tipo de entorpecente? Ou simplesmente não sabem que esse livro já foi mais do que refutado? Não temos ideia.

De qualquer forma, agradecemos pela oportunidade. Pois uma boa alma já fez o favor de digitalizar toda a refutação escrita por Dr. Plinio, disponibilizando-a no site pliniocorreadeoliveira.info. Então, vamos aproveitar a ocasião para deixar o índice linkado aqui, para todos aqueles que se interessarem possam ser direcionados à íntegra do texto. Obviamente, as pessoas pertencentes ao bando difamatório não se interessarão em ler, mas aqueles que quiserem saber a realidade poderão encontrar bastante coisa interessante.

Agradecemos aos insuperáveis opositores, por nos lembrarem de colocar esse tesouro aqui.

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Guerreiros da Virgem – A réplica da autenticidade

A TFP sem segredos

Editora Vera Cruz, dezembro de 1985

Índice com links

Ao leitor

PRÓLOGO

CAPÍTULO I – ANTES, DURANTE E DEPOIS DE SUA PERMANÊNCIA NA TFP, O LÚGUBRE ITINERÁRIO DO AUTOR DE “GUERREIROS DA VIRGEM”

  1. Psicologia do mocinho J.A.P., antes de seu ingresso na TFP
  2. Subjetivismo acentuado, introspecção
  3. O sr. J.A.P. na TFP: processos paralelos e contraditórios – integração e crise
  4. Composição impossível
  5. Uma solução de caráter eminentemente psico-coletivista

CAPÍTULO II – SOB A INSINUANTE APARÊNCIA DE IMPARCIALIDADE E BOM HUMOR, UM FURIBUNDO LIBELO DE ACUSAÇÕES DIFUSAS, MUITAS VEZES INEXPLÍCITAS, MAS SEMPRE BEM CONCATENADAS

  1. Os pontos capitais da acusação do sr. J.A.P. à TFP
  2. Seita de caráter iniciático
  3. Aliciamento de adolescentes por meio de maquiavélicos métodos de “lavagem cerebral” ou de “manipulação do subconsciente”
  4. Isolamento da família e afastamento dos ambientes naturais
  5. Tratamento de choque, disciplina férrea e exercícios paramilitares, para quebrar a personalidade anterior e formar o “tefepista” típico, “robotizado”
  6. A vida do sócio ou cooperador da TFP sob constante terror
  7. Fábrica de doentes nervosos e de loucos
  8. Conclusão contrária à evidência
  9. Uma lição que teria sido útil considerar – o brasileiro que o sr. J.A.P. não conhece

CAPÍTULO III – PARA DISFARÇAR A AUSÊNCIA DE PROVAS, SUTIS DESTREZAS DE EXPOSIÇÃO

  1. Um acusador que é a única testemunha e se pretende o único juiz
  2. Ademais, uma testemunha suspeita
  3. Para convencer sem provas, aparência de sinceridade e imparcialidade
  4. Uma amostra da imparcialidade “sui generis” do sr. J.A.P.: abstração quase completa da atuação pública da TFP e silêncio sobre as raízes profundas dessa atuação
  5. Outro recurso: tornar-se simpático aos olhos do leitor
  6. Até mesmo o reconhecimento das próprias fraquezas…
  7. Embora ninguém seja obrigado a provar que é inocente, a refutação da TFP vai até lá

CAPÍTULO IV – “LAVAGEM CEREBRAL” E “SEITA”: PALAVRAS-SLOGANS PORTADORAS DE GRANDE CARGA EMOCIONAL, MAS VAZIAS DE CONTEÚDO REAL

  1. “Lavagem cerebral”: uma acusação inexplícita, mas habilidosamente insinuada
  2. O misterioso processo mental a que a TFP teria sujeitado o sr. J.A.P.: conto da carochinha? “show”?
  3. “OESP” parece explicitar a acusação que o sr. J.A.P. preferiu deixar apenas insinuada
  4. “Lavagem cerebral”, método pretensamente irresistível para mudar convicções e comportamentos
  5. “Lavagem cerebral” e conversão – diferença fundamental
  6. Metáfora expressiva que correu o mundo
  7. A proliferação das “seitas” e o relançamento da metáfora
  8. Seitas: mero caso patológico, ou problema muito mais profundo?
  9. “Lavagem cerebral”, mito que nega a existência do livre arbítrio
  10. “Lavagem cerebral”, slogan publicitário que nenhum cientista de alto nível toma a sério
  11. A teoria da “lavagem cerebral”, uma ameaça para a própria instituição do Direito
  12. “Manipulação do subconsciente”, outro conceito vazio de conteúdo científico
  13. Um conceito intimamente conexo com o de “lavagem cerebral”
  14. Manipulação: palavra que quer dizer tudo e não quer dizer nada
  15. É um erro imaginar o homem como mero receptor passivo das influências de seu ambiente
  16. Mais uma laboriosa tentativa de explicação científica: o suposto processo iniciático da TFP se daria através do manuseio do fenômeno da “interação social” ou “interação grupal”

CAPÍTULO V – ANALOGIAS FORÇADAS ENTRE FATOS NA TFP E MÉTODOS “CLÁSSICOS” DE “LAVAGEM CEREBRAL”

  1. Ambiente das sedes cientificamente planejado a fim de agir sobre o subconsciente dos que as freqüentam?
  2. Imposto aos sócios e cooperadores o afastamento da família e dos ambientes extrínsecos à TFP?
  3. A alta vocação da TFP: combater a guerrapsicológica revolucionária, a principal tática de conquista do imperialismo comunista, em nossos dias
  4. O juízo da TFP sobre a família moderna “in genere”
  5. A TFP e as famílias de seus sócios e cooperadores
  6. “FMR”: uma expressão despectiva e injuriosa?
  7. A TFP, fator de divisão das famílias?
  8. Disciplina rígida e tratamentos de choque para extirpar do sócio ou cooperador da TFP os resquícios revolucionários de sua vida passada?
  9. Para quebrar a personalidade do “tefepista”, uma uniformização no pensar e no agir?
  10. Se a TFP impõe um pensamento uniforme
  11. Se na TFP é imposta uma uniformização quanto ao modo de vestir
  12. Se há um modo de ser e de se portar próprio da TFP, se ele é imposto, e se quebra as personalidades individuais
  13. TFP, fábrica de loucos?

ILUSTRAÇÕES – Entre os Capítulos V e VI desta obra, foram publicadas as fotos que reproduzimos na mesma sequência em que se acham impressas no livro

CAPÍTULO VI – O TERROR NA FORMAÇÃO DO SÓCIO OU COOPERADOR DA TFP

  1. Atuação das “Forças Secretas”: noção que a TFP não fabricou
  2. Atuação do demônio no mundo: outra matéria que a TFP não inventou
  3. As revelações de Fátima, outro motivo de terror?
  4. A recordação das penas do Inferno, sempre oportuna em todos os tempos

CAPÍTULO VII – A CASTIDADE ANTES DO CASAMENTO, UMA IMPOSIÇÃO ARBITRÁRIA DA TFP?

  1. A castidade segundo o estado, um preceito da Lei de Deus
  2. A culposa divisão interna do sr. JAP – “Quem ama o perigo nele perecerá”
  3. A TFP recomenda o celibato aos seus sócios e cooperadores que livremente o queiram, porém de modo nenhum o impõe
  4. As dúvidas e os desencantos do sr. JAP

CAPÍTULO VIII – A TFP, UMA “SEITA INICIÁTICA” QUE “ALICIA” ADOLESCENTES, OCULTANDO SUAS METAS MAIS PROFUNDAS E SUA VERDADEIRA NATUREZA?

  1. O recrutamento da TFP: um maquiavélico processo de “aliciamento” de adolescentes? O sr. JAP descreve o sistema de recrutamento de novos aderentes da TFP como um processo de “aliciamento” (GV pp. 72 a 74).
  2. Vocações para todas as atividades – como as da TFP – que exigem dedicação desinteressada e heroísmo em prol de um grande ideal são mais freqüentes na adolescência e na juventude
  3. Uma concepção de recrutamento que ignora completamente os hábitos informais do brasileiro
  4. O sr. JAP descarta gratuitamente os aspectos lógicos da argumentação da TFP e só vê nela um astuciosíssimo artifício psicológico
  5. A tática do “terreno comum” ou a “baldeação ideológica inadvertida”, outro dos elementos integrantes do pretenso “método de aliciamento” da TFP?
  6. O apostolando: um ente passivo “em torno” do qual se trava o combate entre o Bem e o Mal, entre anjos e demônios, que o arrastarão inelutavelmente para um lado ou para outro
  7. Tratamento personalizado para cada apostolando: a “teoria das três vertentes”
  8. A TFP, uma sociedade iniciática. – Por quê?
  9. A TFP oculta sua verdadeira natureza e seus fins últimos? – Uma entidade cívica de inspiração religiosa, em perfeita ordem com relação às leis civis e eclesiásticas
  10. A pedagogia própria da TFP: um sistema adequado para as gerações novas

CAPÍTULO IX – RESPOSTA A ALGUMAS ACUSAÇÕES ESPARSAS

  1. O Reino de Maria, mais uma noção que a TFP não inventou
  2. O Reino de Maria, uma nova Idade Média?
  3. O que a TFP pensa de si mesma e do papel que lhe caberá no Reino de Maria
  4. A TFP como entidade providencial e profética
  5. O papel da TFP no Reino de Maria
  6. A pretensa imortalidade do fundador da TFP e seu papel nos últimos tempos
  7. O “mosteiro secreto” da TFP
  8. O “motim” de 1975
  9. Orações, benevolência e acolhimento: normas gerais de relacionamento da TFP com os que dela se afastaram
  10. O atentado que o sr. JAP teme sofrer

CAPÍTULO X – “GUERREIROS DA VIRGEM”, LIVRO HEGELIANO-FREUDIANO QUE ACENA PARA A PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA DO DIA DE AMANHÃ

  1. “Esquerda e direita são como as pontas da ferradura: extremos que se julgam opostos, mas quase se tocam”
  2. Será todo e qualquer extremo necessariamente exagerado?
  3. Nenhum ideal que exige dedicação e sacrifício seria próprio das pessoas verdadeiramente adultas
  4. No relativismo total, em que nada chega às suas últimas conseqüências, a suprema sabedoria de vida
  5. “O Senhor não faz bem nem mal a ninguém” (Soph. I, 12): a lição que a “experiência” do sr. JAP lhe ensinou
  6. Em Freud e em Hegel, o substractum filosófico mais profundo de “Guerreiros da Virgem”
  7. O relativismo, “religião” intolerante e exclusivista, ferozmente persecutória dos que ousam crer em verdades

O PENSAMENTO DE FREUD NO LIVRO “GUERREIROS DA VIRGEM” DO SR. JOSÉ ANTÔNIO PEDRIALI

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO I – UMA CONVERSÃO NEURÓTICA REGRESSIVA

CAPÍTULO II – REPRESSÃO SEXUAL NEUROTIZANTE IMPOSTA EM NOME DE PRINCÍPIOS RELIGIOSOS

CAPÍTULO III – SURGIMENTO DE IDÉIAS OBSESSIVAS

CAPÍTULO IV – ANGÚSTIA PATOLÓGICA CAUSADA PELO CONFLITO ENTRE OS PRINCÍPIOS INCULCADOS PELA TFP E O INSTINTO SEXUAL REPRIMIDO

CAPÍTULO V – UM DETERMINISMO PSÍQUICO NO QUAL OS INSTINTOS DOMINAM A RAZÃO E A VONTADE

CONCLUSÃO

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