Pedofilia nos Arautos?

Conforme o combinado desde que montamos este blog, a frequência dos nossos textos seria pautada pelas atividades da ‘seita anti-arautos’. E já que os integrantes dessa oposição, em sua maioria, parecem ser pessoas fanatizadas que criaram para si uma realidade paralela, não tem faltado por lá atividade difamatória. Afinal, geralmente mentes psicóticas nunca cessam de trabalhar… Alguns textos deles são desprezíveis, outros são mais cretinos e merecem um revide, como esse que temos hoje.

Dessa vez é um post intitulado ‘Pedofilia dentro dos Arautos do Evangelho’. Para variar, é mais uma tentativa grosseira de incriminar a instituição, criando uma combinação de falta de conhecimento, amadorismo e mau-caratismo, mediante um contorcionismo de ideias e links, conforme vamos apresentar a seguir.

O texto em questão apresenta um caso de um ex-arauto que está sendo processado no Paraguai, por supostamente ter cometido pedofilia.

Vamos ver o que dizem:

001

Logo de cara, já vemos que essa parte do texto foi informada por algum ex-arauto renegado, o qual teve o cuidado de florear até o físico do acusado. Apresenta também um ‘reforço de currículo’, indicando que Hector foi do Êremo do Praesto Sum… o que, para nós, não faz a menor diferença, pois, embora nesse lugar tenham se formado vários excelentes arautos, e até futuros sacerdotes, dele também decaíram pessoas absolutamente medíocres, incluindo alguns dos atuais deliquentes das redes sociais.

No texto, o(a) autor(a) ressalta também que, por ter sido do êremo, o rapaz esteve subordinado ao então Sr. João Clá (obviamente, tentando criar um laço no subconsciente de quem lê). E acrescenta que o personagem andou por outras casas mundo afora.

Aqui termina a “poética” biografia. O texto continua:

002

Realmente, a acusação é de pedofilia. Afinal, pedofilia é uma perversão, um desvio, um transtorno, pelo qual um indivíduo adulto se sente sexualmente atraído por crianças ou adolescentes menores de 14 anos, e que, quando concretizado, satisfaz sua lascívia invariavelmente mediante abuso e constrangimento, ocasionando abalo profundo à vítima. Essa é a definição jurídica de pedofilia, e o fato supostamente acontecido realmente tem essas características.

Porém, nós aqui temos informações que o grupo de renegados e opositoras não tem.

Enviamos uma listinha de perguntas para um conhecido nosso (mineiros estão por toda a parte), e obtivemos as seguintes respostas:

1 – Por vontade própria, Hector saiu dos Arautos em janeiro de 2010 (dia 07, para ser mais preciso).

2 – Pouco tempo depois, ele procurou a instituição pedindo algum apoio, e contrataram-no para que trabalhasse como professor no colégio do Paraguai.

3 – Os supostos fatos teriam ocorrido por volta de abril de 2012. Portanto, mais de dois anos depois de ele ter deixado de ser integrante efetivo.

4 – A denúncia foi feita em 24 de junho de 2013, momento no qual o professor foi imediatamente afastado do Colégio. Antes dessa data, nenhuma reclamação havia sido feita aos Arautos.

5 – Desde o início do processo, o réu jamais foi acobertado pelos Arautos, e a entidade nunca colocou obstáculos à justiça – pelo contrário, se ofereceu para colaborar.

6 – Também foi oferecida toda a colaboração necessária à suposta vítima e sua família.

7 – Por outro lado, o ex-integrante também não foi tratado como condenado, pois nunca se teve certeza da veracidade das informações. Ser acusado é uma coisa, ser condenado é outra. Existe o princípio da presunção de inocência, pelo qual “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” (Constituição Federal, art. 5º, LVII). Quem deve dizer se ele é culpado é um juiz, que tem investidura para isso.

8 – Desde o início do processo, o próprio réu foi quem providenciou seu advogado.

Outra informação que também tivemos, é que a acusação teria sido posteriormente retirada pela suposta vítima e por sua família. Mas, pelo princípio jurídico do impulso oficial, o processo só irá terminar após a sentença definitiva – que tem sido adiada unicamente por pedidos do advogado dele.

Então, parece que a coisa não é bem como tentaram pintar os(as) sectários(as) anti-arautos…

Continua o texto:

003

Se no item 2 do parágrafo anterior diziam ‘como ainda não foi julgado, não podemos condenar’, aqui já esquecem e tratam a acusação como certa: “esperamos que a maioria não cometa esses crimes”, “que seja apenas um caso isolado”.

Além disso, ostentam a própria falsidade, como se estivessem de fato preocupados(as), quando na verdade querem apenas forçar barracos e alimentar o próprio delírio – o que, a continuar dessa forma, inevitavelmente acabará conduzindo à difamação e ao banco dos réus.

Uma prova de que querem apenas cometer difamações é que, ao final do texto, fazem menção e acrescentam links de casos que não tem nada a ver com a notícia (velha) que descreveram. E aí já mostram o que querem.

Além disso, os jornais que noticiaram o caso não tiveram a insanidade de afirmar que a instituição dos Arautos tivesse algo a ver com o suposto crime – ideia que a ‘seita anti-aráutica’ se apressou em colocar no próprio título do post. Todos os jornais apenas descreveram a acusação e a situação do acusado, limitando-se a indicar o colégio onde o fato teria acontecido. Qualquer esforço para relacionar a formação recebida, e pior ainda, a suposta atitude criminosa dele, com a instituição dos Arautos, é uma aventura difamatória, cujo risco é assumido de forma quase suicida pelas criadoras (supostamente anônimas) da página onde o texto foi postado.

Aliás, ficará também caracterizada essa má-fé da “seita anti-arautos” se, apesar das explicações colocadas aqui, continuarem a divulgar a história omitindo a informação de que, na ocasião do suposto fato, o acusado já havia se desligado dos Arautos do Evangelho, e que, quando houve a denúncia, a instituição imediatamente tomou medidas, não oferecendo nenhum obstáculo à justiça.

Mas se não quiserem dar ouvidos, não faz mal. Que continuem engordando o porco para o ‘abate’. Os advogados agradecerão.

——————————–

Conhecendo agora a versão não-deturpada da história, podemos considerar atendido o desejo formulado nesse patético comentário, feito no post deles:

03

Após conhecer o caso sem paranóias, qualquer pessoa com um mínimo de capacidade cognitiva vai entender que não é necessário os Arautos se rebaixarem para explicar esse fato para um grupo de desajustados(as) sociais.

9 comentários sobre “Pedofilia nos Arautos?

  1. He leído que la víctima ha renunciado a la acusación !?
    No quiero defender, pero puede haber sido una trama del muchacho o de su familia contra él, como ya sucedió con alguns sacerdotes en los Estados Unidos, y hasta cómo está pasando con Neymar ahora!
    Si tuviera un pariente en esa situación, si fuera realmente inocente, y tan pronto el proceso terminara, yo procesaría a quien me acusó, pidiendo todo tipo de indemnización posible. ¡¡El mundo da vueltas!!

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  2. Sem entrar no caso retratado, numa entidade grande e com tantos jovens é previsível que aconteçam problemas dessa natureza. O que é desonesto é misturar a instituição com a conduta individual de seus membros que agem em desacordo com o que ela prega. Quando a entidade procura colaborar com as autoridades, não faz sentido misturar as coisas

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    1. siguiendo el hilo demencial del relato de la secta anti arautos, habria que juzgar a Nuestro Señor por tener un discipulo como Judas… esta gente esta enferma

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  3. Eu sei quem montou esse blog delas, foi uma mulher de Brasilia, e depois passou para uma do sul. Se precisarem tenho os dados. Tentei entrar em contato através da aba ‘Contato’, mas vcs não visualizaram. Vejam lá.

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    1. É isso mesmo! Ela é de Brasília e nome dela é […]. Ela tá ligando para todas as mães e falando as piores barbaridades dos Arautos.
      Inclusive ligou para mim.

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      1. Elas não estao interessadas em achar crimes, elas querem é só acusar o monsenhor de qualquer coisa. Por isso mudaram de assunto no final do artigo. Usaram esse caso só de pretexto para mandar mensagem subliminar.

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