O que acontece com as ‘más línguas’?

A tal ‘seita’ anti-arautos (que alguns agora chamam de ‘quadrilha’ anti-arautos), não cessa de nos oferecer novidades.

É sabido que algumas parentes de ex-alunos de colégios dos Arautos resolveram dar ouvidos a deturpações narradas por alguns renegados ressentidos – e, com base nessas paranoias, iniciaram uma campanha orquestrada e difamatória contra aquela entidade. Criaram inclusive um blog exclusivamente destinado a difamar – ideia que só existe nessa estirpe ‘anti-aráutica’. Procuram contatos de pessoas que sequer conhecem – em sua maioria, mães de outros alunos – para vomitar uma série de calúnias pré fabricadas.

Agora, sendo aos poucos desmascaradas, elas se queixam de estarem sendo ‘vítimas de uma campanha contra elas’ (acusam do que fazem), e também estariam sendo alvo de ‘maldições’.

Na verdade, o que aconteceu foi que, depois de um considerável número de pessoas ter sido alcançada pela campanha difamatória, a quantidade de provas contra essa quadrilha aumentou, e o tabuleiro começou a pender para o outro lado… e agora emitem essas mensagens misturando lamúria e ódio. Parecem estar se benzendo contra essas maldições.

Quase estamos ficando com pena.

Para apaziguar os corações dessas ovelhinhas ‘do bem’, que lutam contra essa ‘instituição’ caricata que criaram dentro de suas imaginações, nós resolvemos selecionar alguns trechos reconfortantes da Bíblia.

Lembramos que a Bíblia é a Revelação Divina – é Deus falando aos homens aquilo que Ele mesmo pensa.

Então será muito útil para ajudá-las.

Começamos por um trecho que descreve a luta que essas pessoas tem empreendido, e qual será o fruto que elas colherão:

“O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior planeja a fraude; quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração; pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público. Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela. A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína.” (Provérbios, 26, 24-28)

Como é bom ler que a malícia de um difamador uma hora vem a público, e conduz à ruína a própria pessoa linguaruda… No nosso caso, desejamos calorosamente que se cumpram essas palavras divinas.

Mas há também outros trechos que nos relatam outras ‘vantagens’ de ser difamador. Vejamos.

-A difamação é passageira e traz tristeza e angústia:

“Os lábios sinceros permanecem sempre constantes; a língua mentirosa dura como um abrir e fechar de olhos. No coração dos que tramam males há engano; a alegria está naqueles que dão conselhos de paz. Ao justo nenhum mal pode abater, mas os maus enchem-se de tristezas. Os lábios mentirosos são abominação para o Senhor, mas os que procedem com fidelidade agradam-lhe.” (Provérbios 12, 19-22)

“Quem vigia sua boca e sua língua preserva sua vida da angústia.” (Provérbios 21, 23)

-A difamação escraviza e mata o difamador, e não atinge o justo:

“Feliz aquele que está ao abrigo da língua perversa, que não passou pela cólera dela, que não atraiu sobre si o seu jugo, e que não foi atado pelas suas correntes, pois o jugo dela é um jugo de ferro, e suas correntes, correntes de bronze. A morte que ela dá é morte desastrada, e a moradia dos mortos é-lhe preferível. Ela durará, mas não sempre; ela dominará o proceder dos injustos, e os justos não serão devorados pelas suas chamas.” (Eclesiástico, 28, 23-26)

-O próprio Deus fere aqueles que tramam difamações contra os inocentes:

“Preservai-me da conspiração dos maus, livrai-me da multidão dos malfeitores. Eles aguçam suas línguas como espadas, desferem como flechas palavras envenenadas, para atirarem, do esconderijo, sobre o inocente, a fim de feri-lo de improviso, não temendo nada. “Obstinam-se em seus maus desígnios, concertam, às ocultas, como armar seus laços, dizendo: “Quem é que nos verá?”. Planejam crimes e ocultam os seus planos; insondáveis são o espírito e o coração de cada um deles. Mas Deus os atinge com as suas setas: eles são feridos de improviso. Sua própria língua lhes preparou a ruína. (Salmo 63, 03-11)

-Quem acredita em calúnia também é mau e mentiroso:

“O mau dá ouvidos aos lábios iníquos; o mentiroso presta atenção à língua perniciosa.” (Provérbios 17, 4)

-Difamar leva à morte da alma:

“Acautelai-vos, pois, de queixar-vos inutilmente, evitai que vossa língua se entregue à crítica, porque até mesmo uma palavra secreta não ficará sem castigo, e a boca que acusa com injustiça arrasta a alma à morte” (Sabedoria, 1, 11)

-A pessoa que difama se torna objeto de ódio, inimizade e infâmia:

“Pois ao ladrão estão reservados a confusão e o arrependimento, à língua dúbia, uma censura severa; ao delator, ódio, inimizade e infâmia.” (Eclesiástico, 5, 17)

-Calúnia e difamação trazem ruína repentina:

“A queda de uma língua mentirosa é como uma queda na laje; assim a ruína dos maus virá de repente.” (Eclesiástico, 20, 20)

-De nada adianta se dizer cristão e ser difamador:

“Se alguém pensa ser piedoso, mas não refreia a sua língua e engana o seu coração, então é vã a sua religião.” (São Tiago, 1, 26)

-A difamação e calúnias são inspiradas pelo inferno:

“Também a língua é um fogo, um mundo de iniquidade. A língua está entre os nossos membros e contami­na todo o corpo; e sendo inflamada pelo inferno, incendeia o curso da nossa vida.” (São Tiago, 3, 6)

-Os ex-arautinhos cretinos, autores e autoras de relatos deturpados, também sofrerão consequências:

“Quem lança uma pedra no ar a vê recair sobre sua cabeça; a ofensa feita por traição atingirá também o traidor.” (Eclesiástico, 27, 28)

-Por fim, essa aqui nem sabemos como interpretar….

“A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será arrancada” (Provérbios, 10, 31)

Realmente parece ser um péssimo negócio dedicar esforço a caluniar e difamar. Além de trazer sérios problemas com a justiça dos homens, ainda pode render uma condenação depois da morte… pois não é possível que um caluniador possa conviver com Aquele que abomina a calúnia.

Por esse motivo, devemos sim evitar essas pessoas, excluir elas do nosso convívio, e aconselhar amigos para afastarem-se delas:

“Mas eu simplesmente quis dizer-vos que não tenhais comunicação com aquele que, chamando-se irmão, é impuro, avarento, idólatra, difamador, beberrão, ladrão. Com tais indivíduos nem sequer deveis comer” (I, Coríntios, 5, 11)

Bom, deu para ver que o caminho da calúnia e difamação atrai desgraça por si só.

Entretanto, nada impede que pessoas especialmente injuriadas possam rezar para que a situação do difamador piore mais rápido. Isso é para o próprio bem deles, para que se arrependam e mudem de postura antes que morram e não tenha mais solução. Afinal, para isso é que servem as maldições

E jogar maldições também é bíblico.

Deus pode amaldiçoar:

“Porque aqueles que o Senhor abençoa possuirão a terra, mas os que ele amaldiçoa serão destruídos. (Salmos 36, 22)”

Apóstolo pode amaldiçoar:

“Se alguém não amar o Senhor, seja maldito! (I Coríntios, 16)”

Um justo pode amaldiçoar:

“Estando prestes a dar o último suspiro, disse: “Maldito, tu nos arrebatas a vida presente, mas o Rei do universo nos ressuscitará para uma vida eterna, pois morremos por fidelidade às suas leis”.” (II, Macabeus, 7, 9)

E Deus atende à maldição lançada pelo justo:

“Pois será atendida a imprecação daquele que te amaldiçoa na amargura de sua alma. Aquele que o criou o atenderá.” (Eclesiástico 4, 6)

É legítimo lançar maldição contra difamador:

“Uma querela precipitada acende o fogo; a presteza na disputa derrama sangue; e a língua que presta falso testemunho causa a morte. Maldito o delator e o homem que diz branco e preto, pois semeiam a discórdia entre muita gente que vive em paz.” (Eclesiástico 28, 13-15)

É legítimo desejar muitos castigos e fracassos contra caluniadores:

“Não atendais, Senhor, aos desejos do ímpio, não deixeis que se cumpram seus desígnios. Que não levantem a cabeça os que me cercam; sobre eles recaia a malícia de seus lábios. Carvões ardentes chovam sobre eles: sejam lançados numa fossa de onde não se ergam mais. Não terá duração na terra a má língua.” (Salmos 139, 09-12)

Enfim, estando mais do que comprovado que pessoas de língua maliciosa se enquadram dentre aquelas que não cumprem as leis de Deus, deixamos aqui uma oração que expressa o que pode REALMENTE acontecer com essa gente (caluniadoras militantes, e ex-arautos renegados que as estimulam):

“Mas se não obedeceres à voz do Senhor, teu Deus, se não praticares cuidadosamente todos os seus mandamentos e todas as suas leis que hoje te prescrevo, virão sobre ti e te alcançarão todas estas maldições: serás maldito na cidade e maldito nos campos; serão malditas tua cesta e tua amassadeira; será maldito o fruto de tuas entranhas, o fruto do teu solo, as crias de tuas vacas e de tuas ovelhas; serás maldito quando entrares e maldito serás quando saíres. O Senhor mandará contra ti a maldição, o pânico e a ameaça em todas as tuas empresas, até que sejas destruído e aniquilado sem demora, por causa da perversidade de tuas ações e por me teres abandonado” (Deuteronômio, 28, 15-20)

6 comentários sobre “O que acontece com as ‘más línguas’?

  1. Numa visão algo antropológica da historia judaico-cristã se nota como Deus vai pedindo à humanidade um crescimento no caminho de justiça e perfeição. Por isso certas praticas aceitas e pedidas por Deus no inicio da humanidade passam a ser ilicitas com o tempo. Exemplo disso é a poligamia ou sacrificios animais.
    No teu texto se nota uma visão muito antigo testamento, basta ver que quase todas as citações feitas são justamente do antigo testamento.
    Eu aconselharia que leia um pouco mais o novo testamento em coisas como:
    Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. (João 8:7)
    Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. (João 13:34)
    Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. (1 João 4:8)

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    1. Se tivéssemos colocado algo da lei mosaica dizendo que essas pessoas deveriam ser apedrejadas, condenadas à morte, faria sentido seu comentário…mas o que foi transcrito aqui são regras atemporais, de livros sapienciais.

      Esses trechos não tem a ver com as ‘práticas abolidas com o tempo’, que se referiam a costumes – eles são ensinamentos morais, e a moral não muda.

      Além disso, talvez tenha esquecido de ler as citações de São Paulo e de São Tiago que estão aí acima, e que já fazem parte do Novo Testamento.

      E olha que ESQUECEMOS de colocar trechos como esse em que o próprio JESUS diz: “Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos” (Mateus 25, 41).

      Ou então esse outro: “Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim não é digno de mim” (Mateus, 10, 34-37).
      [aliás, esse trecho é uma boa ideia para um post exclusivo, quem sabe]

      Essa história de querer forçar uma visão exclusivamente fofinha da Bíblia não consegue sobreviver a um pouco de leitura dela….

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  2. Eu escutei áudio de uma mãe de Brasília reclamando que o filho não andava com Bíblia quando estava nos Arautos. Até parece que essas mulheres entendem de Bíblia…. Se entendessem já estariam jogando cinzas na cabeça e fazendo penitência por terem se associado e dado credibilidade a um grupo de apóstatas de uma entidade que foi aprovada e abençoada oficialmente por DOIS PAPAS, um deles já canonizado, e não foi oficialmente condenada por NENHUM. Ou seja, tentaram lutar contra uma obra de Deus, e terão as consequências. Basta esperar

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